Those who circumcise boys on the basis of religion now make themselves punishable for physical injury. This was the decision of the Cologne district court in a pioneering decision available to the FTD (Financial Times Deutschland). Neither parental law nor the freedom of religion guaranteed in the Constitution can justify this intervention, the court clearly stated in its argumentation of judgment. With this, a German court has for the first time placed religious practice under penalty.
Um tribunal da cidade alemã de Colónia entendeu que a circuncisão dos meninos, que é prática usual e milenar dos judeus, é contra a lei alemã e punível pelo direito positivo. Entendeu esse tribunal que a circuncisão é uma atentado à integridade física da criança, fazendo uma analogia com a excisão feminina (a amputação do clitóris). Sessenta anos depois dos campos de concentração nazis, a Alemanha de Angela Merkel proíbe a circuncisão masculina dos judeus, coisa de que nem o Hitlerismo se tinha lembrado de fazer...
Em primeiro lugar, comparar a circuncisão masculina com a excisão feminina só pode vir da estupidez endógena e natural do alemão comum.
É que na excisão feminina é cortado o clitóris que é o principal ponto físico do prazer sexual da mulher; ou seja, a amputação do clitóris retira à futura mulher, senão todo, praticamente todo o prazer sexual — o que não acontece com a circuncisão masculina! A circuncisão masculina não tem nenhuma influência na performance sexual do macho adulto e ainda lhe torna, por assim dizer, a vida sexual mais fácil e prática — para além dos factores positivos relacionados com a higiene pessoal que a circuncisão pode trazer ao homem (nem toda a gente toma banho todos os dias).
Portanto, colocar num mesmo plano ético a excisão feminina e a circuncisão masculina, ou é estupidez, ou é violência secular em forma de lei.
Há outro argumento estupidamente alemão, que consiste no putativo “atentado à integridade física da criança”.
Este argumento alemão confronta-se com a lei alemã que permite o aborto de crianças com síndrome de Down, mesmo depois do prazo legal para abortar. Aqui, o estúpido e típico alemão já não se preocupa com a integridade física da criança. Para o estúpido alemão, cortar um pequeno pedaço de pele do pénis de uma criançanum hospital e com anestesia local, é um “atentado à integridade física da criança”; mas segundo a lei alemã, abortar um feto com 4 ou 5 meses de gravidez porque tem mais um cromossoma, já não é um “atentado à integridade física da criança”.
Portanto, estamos em presença de uma perseguição à religião em geral, e à religião judaica em particular. O resto é conversa alemã “para boi dormir”.